COLUNAS

Em negrito: os artigos mais recentes.



09 - Entrevista com o Ribeiro
08 -
Uma história de sucesso

07 - Vantagem Competitiva - Como conquistar um diferencial
06 - Como evitar a perda e ganhar mais clientes
05 - Objetivos profissionais
02 - Desmistificando o Sucesso
01 - Perfil dos que fazem sucesso


07 - Ambição com Resignação
06 - Odontologia x Psicologia - O binômio do sucesso
05 - Fama e Sucesso: quais os seus significados?
04 - Clínica geral ou especialização? Eis a questão!
03 - Satisfação, Realização e Remuneração
02 - A Odontologia e a Lei da Atração
01 - Ergonomia do tempo na Odontologia. Uma fórmula para a fidelização de clientes




08 - Abastança da Odontologia
07 - Comunicação com os clientes
06 - O que é preço?

05 - Onde e como é seu consultório ou clínica?

Situação atual do mercado para dentistas



Saber a situação geral do setor odontológico é o começo para se pensar em aplicar marketing nos serviços e desenvolver estratégias dentro da clínica ou consultório odontológico.

O mundo está passando pelo gigante fenômeno da globalização, fato este que traz consigo infinitas mudanças. Mudanças que já conhecemos e outras que não.

Com toda a evolução tecnológica e automação de processos industriais, a mão de obra vem se tornando cada vez menos necessária e o desemprego é inevitável.

Com todo este quadro de desemprego e o lado emocional das pessoas sendo abalado, começa um processo de mudanças na economia, já que sem emprego as pessoas não possuem recursos financeiros que as possibilitem de comprar produtos ou serviços, e sendo assim, outros setores passam a ter problemas. Tomaz (1999)

Com a crise abalando todas as classes sociais, o profissional da área odontológica, sofre com o baixo poder aquisitivo da população brasileira.

Anualmente, milhares de novos dentistas se formam em todo o território brasileiro, para se juntar aos já em atividade em um mercado totalmente saturado em virtude de um crescimento contínuo de profissionais.

Na região Sudeste a dificuldade é ainda maior segundo Tomaz, para se manter uma clínica ou consultório odontológico particular, já que a concentração de profissionais é grande. Levando em consideração o poder aquisitivo e a consciência da importância de se freqüentar um dentista periodicamente, a situação do profissional é preocupante.

O crescimento de cursos de odontologia, sem qualquer possibilidade de mercado, já é um problema presente e poderá se agravar ainda mais. Com o grande número de faculdades de odontologia no Brasil, o que traz uma quantidade excessiva de profissionais para o mercado de trabalho, é claro que estes profissionais se dividem por classes e níveis sociais. Alguns possuem recursos para montar uma clínica ou consultório com o melhor equipamento, tecnologia de ponta e fazer especializações, já outros precisam driblar os custos altíssimos de se manter uma clínica ou consultório, já que tudo é muito caro. Muitos acabam dividindo clínica ou consultório com outros profissionais e montando clínicas populares.

O cliente está cada vez mais exigente e consciente da qualidade nos serviços prestados. Eles avaliam constantemente o profissional, e não exitam em abandoná-lo caso não estejam satisfeitos. É a era do cliente, aquele que sabe negociar e tem exigências que vão muito além das necessidades básicas.

Tudo isso faz o dentista parar e pensar no que está sendo feito em sua clínica ou consultório para se diferenciar dos concorrentes e obter a qualidade percebida pelo cliente. Um maior desempenho do profissional e de seus funcionários é exigido, com um serviço altamente eficiente e eficaz para agregar valores e assim continuar conquistando e mantendo clientes satisfeitos e encantados.

O currículo das faculdades de odontologia não possui nenhuma matéria relacionada à administração ou marketing e o pouco que é mostrado não é levado a sério pelos próprios alunos, que acham bobagem este tipo de conhecimento na área que irão atuar. Mas esta necessidade segundo Tomaz, começa a existir quando o profissional já está formado e atuando no mercado.

O que se pode identificar hoje nos dentistas é uma busca incansável por algo que está faltando dentro da clínica ou consultório odontológico, mas, que eles não sabem ou não tem isto muito claro em sua mente. Por este motivo que é preciso uma ajuda de quem entende e conhece o mercado odontológico muito além de um simples atendimento, e o veja como uma empresa. Onde devem existir regras claras de operações, processos padronizados e controle de todas suas atividades.

Hoje o profissional está consciente da necessidade da sua clínica ou consultório ser administrado como empresa, e que se preocupa em atender as necessidades e desejos dos seus clientes através de um excelente atendimento.

O marketing em odontologia aqui no Brasil é um assunto recente segundo Castro, ao contrário de outros países como os Estados Unidos e Canadá, onde existem milhares de profissionais especializados na área, além de produtos e serviços para auxiliar a administração do marketing na clínica ou consultório odontológico.

O dentista que não buscar entender a necessidade que sua clínica ou consultório possui para se diferenciar no mercado, ficará em desvantagem dos demais.


Muitos sorrisos!



NÍSIA TELES
- Graduada em Marketing
- Há 10 anos na Odontologia
- Consultora de marketing para dentistas
- Desenvolve projetos de marketing sensorial na Odontologia
Site: www.markentista.com.br

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Entrevista com o RIBEIRO

Entrevista do nosso colunista Antônio Inácio Ribeiro concedida em maio para o CROSP, discutindo temas de nosso interesse direto:

O que é marketing odontológico?
É arte de encantar clientes, atentando e atendendo as necessidades e desejos. Atentar é estar atento ás razões que o levaram ao consultório; necessidades e desejos, suas aspirações quanto à estética de seu sorriso, por exemplo.

Como o marketing pode desmistificar os mitos que provocam medo nos pacientes?
De maneira simples, eliminando estas imagens de sua comunicação com os pacientes: cartões, envelopes, folhetos etc, por serem justo o que o paciente não quer, substituindo-os pela melhor imagem da Odontologia, um belo sorriso, que é justamente o que ele está buscando.

Quando e de que forma o marketing pode servir de instrumento para conscientização da população?
Sempre! Cabe ao cirurgião-dentista a função de promover a Odontologia. A maneira é se utilizar dos meios de comunicação disponíveis ou criando os seus próprios como o envio de e-mails a seus pacientes ou disponibilizando informações em uma página na Internet. Levar aos pacientes outras razões para que ele venha ao consultório é maneira de motivá-lo a tratar de sua saúde bucal, sempre respeitando a ética profissional.

Como vincular o consultório a uma imagem mais atrativa?
Melhorar o mais belo dos gestos: o sorriso, que é função-privilégio da Odontologia. Este é um dos grandes atrativos dos tempos atuais. Sempre que buscamos algo bonito, somos mais exigentes com a aparência. Por esse motivo, os consultórios devem ter como diferencial o belo em suas instalações. Quanto à equipe auxiliar, além de uniformizá-la de maneira compatível com as instalações, deve-se treiná-la adequadamente, oferecendo cursos, inclusive de marketing ao pessoal de apoio, para que este faça boa parte do marketing do profissional.

Por que o cirurgião-dentista perde clientes?
Em princípio não existe um envolvimento do cirurgião-dentista nesta perda, sempre e quando ele atende bem a seus pacientes. O que acontece hoje é que as pessoas mudam mais de local de trabalho e de residência, levando muitos a trocarem de profissionais, por motivos de conveniência. Colabora também o aumento do número de profissionais oferecendo serviços odontológicos em praticamente todas as cidades.

Como ele deve fazer para conquistar novos clientes?
Promovendo a profissão como um todo, ele estará naturalmente atraindo mais pessoas para a busca da saúde bucal. Entendo que dentro das atribuições dos cirurgiões-dentistas de hoje deve estar incluída a promoção da saúde bucal, no sentido de divulgar sua profissão, fazendo com que as pessoas entendam melhor os motivos que podem levar alguém mais vezes ao consultório odontológico. Entre estas está a divulgação das novas especialidades, inclusive com a maneira de ampliar sua área de trabalho.

Como fidelizar os clientes?
Satisfazendo-os. Essa é a palavra chave. Conceito que deve ser preocupação de todos os profissionais, inclusive motivo de adoção de uma pesquisa de satisfação ao final dos tratamentos para aferir o grau de satisfação dos seus pacientes, em todos os sentidos. Aos que quiserem prolongar e ampliar esta satisfação, um caminho é surpreender seus pacientes oferendo um algo mais do que eles vieram buscar. Neste aspecto, um dos quesitos deve ser comodidade. Outro, a conveniência, como estacionamento.

Qual sua opinião sobre o trabalho de valorização do profissional em campanhas do tipo outdoors e propagandas na televisão?
Iniciativas como essa desenvolvida hoje pelo CROSP são exatamente o que a Odontologia precisa, para ser mais valorizada pelo grande público. Quanto aos outdoors, imaginei que seria apenas mais uma ação isolada em comemoração ao dia do cirurgião-dentista. Surpreendi-me com a campanha seguinte, com apoio do Bradesco, na festa do patrono Tiradentes e com as mensagens sócio educativas sobre a saúde bucal nas novelas da Globo. Por isso, parabenizo a ação do CROSP em prol de uma Odontologia maior e melhor.

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Antônio Inácio RIBEIRO
Doutorando em Marketing pela ULR/Espanha, MBA em Marketing pelo ISAE/FGV, Especialista em Marketing pela PUC/PR, Pós-graduado em Marketing pela ADVB/SP, Administrador pela Universidade Mackenzie/SP. É autor de 31 livros, tendo já publicados mais de 800 artigos e colunas, 200 no Brasil e 600 no exterior, ministrador de mais de 220 cursos e palestras no Brasil e exterior.
Email: ribeiro@odontex.com.br - Site: www.odontex.com.br
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Ambição com Resignação



Ambição com Resignação

Parece loucura, um paradoxo falar sobre ambição com resignação. Pois sim, vos digo que está fórmula quando bem executada pode transformar vidas gerando muito sucesso.

Segundo o dicionário Michaelis:
Ambiçãos.f. (lat. ambitione) 1 Desejo de riquezas, de poder, de glória ou de honras. 2 Aspiração, desejo veemente, pretensão. 3 Cobiça.

Resignaçãodo latim resignare, s.f. (resignar+ção) 1 Ato ou efeito de resignar ou resignar-se. 2 Cedência voluntária. 3 Demissão voluntária da graça recebida ou do cargo exercido; renúncia. 4 Sujeição paciente às amarguras da vida; conformação com a dor física ou moral; paciência no sofrimento. 5 Ecles. Demissão de um benefício ou cargo eclesiástico nas mãos do colador ou do papa.
Se perceberem, em outros artigos, falo muito sobre AÇÃO. Isto não é coincidência, é intencional. Tudo no universo é AÇÃO. O próprio vocabulário humano está repleto do sufixo AÇÃO. Para que qualquer coisa se manifeste – aconteça – é necessário que haja AÇÃO.

O porém da sociedade atual é que confundimos o conceito de AÇÃO. Nós nos auto-entitulamos “O Pensador”, e neste caso quem pensa é a mente. A mente acredita ser o SER, mas não é, ou seja, nós não somos uma mente pensante, a mente não é o SER e sim o instrumento de manifestação do SER, que é o não manifesto, o verbo – o que existe por trás do físico, o não físico – o Espírito.

Em um próximo artigo podemos nos ater mais neste assunto à cerca do SER. Hoje só toquei na questão do SER para fazer entender que a nossa AÇÃO por milênios vem sendo feita de forma totalmente equivocada, baseada na mente e não no SER que na imensa maioria de nós ainda encontra-se perdido no fundo de nosso âmago. A verdadeira AÇÃO, o verdadeiro Yoga (excelência na AÇÃO) vem do SER.

O TAO - filosofia oriental milenar – tem como fundamento o wei wu wei (爲無爲 ou 为无为) , a “acção sem acção”. É disso que falo quando digo “ambição com resignação”. O próprio conceito destas duas palavras foi muito deturpado com o uso e por conseguinte na própria definição dos dicionários.

Ambição - não é necessariamente sinônimo de cobiça como na definição 3 do dicionário, ela só se torna cobiça quando a finalidade não é nobre. Ela como essência é o que a definição 2 diz, “aspiração – desejo veemente”.

Resignação - absolutamente não é inércia, pelo contrário é um estado de profunda presença interior onde se “age sem agir”, um estado de aceitação ao que é, as situações da via, sem conflitos e sofrimentos, um estado de graça que transcende o mundo. É nela que mora a “acção sem acção”, onde se ambiciona profundamente o que verdadeiramente necessitamos, sem atropelos, seguindo o fluxo natural das coisas, sem o sentimento de separação e vazio que nos impõe o impostor, o EGO. É um estado profundamente criativo sem opositores.
As Artes marciais nos ensinam a usar a força dos opositores contra eles mesmos. Isso na maioria das vezes ainda se aplica à Dimensão Física. No caso da Dimensão Espiritual também, mas pelo fato de que se não entrarmos em sintonia com os opositores, não teremos opositores, como dito, “Quando um não quer dois não brigam”.

A resignação é o que nosso mestre nos ensinou apesar de ser um homem de profunda coragem e AÇÃO, “Dê a outra face”.

Ambicionem a excelência no seu trabalho, sigam em frente, mas não se deixem seduzir pelas tramas do EGO. Existem duas que ele adora, o Orgulho e a Vaidade. A excelência está no bem servir, no se importar profundamente com o próximo – nossos pacientes, e não no sentimento onipotente de se auto-entitular excelente, onde nos tornamos o próprio foco de nossa Idolatria – o “Narciso”. Este sentimento não une, não religa à fonte, mas sim separa-nos mais, joga-nos em um buraco sem fundo.

Para que possamos voltar a ser o SER, precisamos da Ambição com Resignação, neste contexto que vos apresento, desejando excelência em prol do SER, sem brigar com o que é.

Não importa se o que esteja vivendo neste momento não seja bom, não brigue com isto, não deposite sua preciosa energia no que te aflige, pratique a presença, a ação sem ação, observe seus problemas como um espectador vê a TV. Proteja sua emoção, não se desespere. É isto que o EGO quer, te desesperar para que perca ainda mais a conexão com a fonte, o SER.

Dê um tapa com luva de pelica nele, ele é um impostor, quer ser o que não é, criação querendo ser CRIADOR, um perdido, desorientado querendo impor sua fraqueza sobre você, você é o reflexo do SER ETERNO com um potencial extraordinário, não é a mente. A mente da forma que ela tem se apresentado, como seu próprio nome já diz é uma mentira, ela só mente, mente, mente ... É uma total ilusão. Não se iluda por ela alucinando-se pelas riquezas mil deste mundo, siga o que nosso mestre nos ensinou:
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam”
Quando ele fez esta recomendação, não afirmava que as riquezas eram essencialmente más, o apego a elas é que é mau. A riqueza virá na medida da sua necessidade. Os grandes reis e profetas tinham muitas posses materiais, mas não tinham apego a elas.

Busque a verdadeira pedra filosofal dos antigos alquimistas, transforme o metal bruto que está dentro de você em ouro. Não se importe com o as tribulações, vença-as.
“É no fogo que se prova o ouro”
A Ambição com Resignação é:
“Primeiro procurai o reino dos céus e o restante vos será acrescentado”.
É o SER em AÇÃO.


Afetivamente,

Dr. Otávio Colonna Vieira
Cirurgião Dentista CRO-RJ 23228
Graduado pela Universidade UNIGRANRIO - 1998
Curso de extensão em Implantodontia - Faculdade Pestalozzi - Niterói
Email: colonna@dentistas.com.br
Perfil: www.dentistas.com.br/colonna


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Uniforme: Identidade de seu negócio


Autor: EDMUNDO FLOSS *


Você vê o uso de uniforme como obrigação, comodidade na economia de suas roupas próprias ou como uma forma real de “vestir a camisa” do seu negócio ? Considerado imposição por algum, a utilização de uniforme é uma excelente jogada de marketing valorizando não apenas o nome ou a empresa, assim como também o profissional. O uniforme pode ser visto como o cartão de visita do seu serviço e, portanto, conservá-lo é um item essencial para o sucesso na carreira. Ou você acha que vem de onde a palavra uniformização ?

Para seu conhecimento, “uniforme” é um composição das palavras única e forma, ou seja formato único, formato único ou idênticos entre si. A história dos uniformes vem desde os princípios da humanidade quando o homem sentiu necessidade de se vestir para abrigar do frio ou dos arranhões levados nas cavernas e florestas. Definir cor foi o próximo passo para saber quem era amigo ou não.

A utilização dos uniformes também remonta os exércitos desde os tempos antigos. Povoados na época cristã também se vestiam conforme as tradições aldeãs. Desde a Revolução Industrial, os empresários acharam por bem utilizar-se do uniforme para proteger membros dos funcionários. A partir daí surgia a uniformização nas empresas, escolas e até times de futebol. E note bem o que o futebol nos ensina: não é em um simples relance que reconhecemos o time representado por determinado jogador ?

Saúde - A utilização de uniformes no setor de saúde é exemplar nos dias atuais. O branco fez com que muitas clínicas médicas, odontológicas e laboratórios utilizassem-se de criatividade para distinguir o seu profissional. A utilização de jalecos ou blazers ajudam a distinguir o tipo de serviço oferta, como uma clínica médica ou um laboratório de análises.

Para a funcionária, é bom porque elimina aquela dúvida cruel:
- Com que roupa vou trabalhar hoje?
O que vestimos tornar-se nosso cartão de visitas e reflete parte da personalidade da pessoa e da empresa. Hoje também estamos vivenciando uma revolução dos uniformes e aqueles modelos tradicionais estão dando espaço para trajes mais elaborados e fashion.

Conserve e se uniformize - Como lembrado anteriormente, se a sua empresa lhe deu um uniforme ela busca primeiro manter sua imagem no mercado e, segundo, que você seja parte de uma uniformização corporativa. Assim, conserve-o e nada de querer fazer um detalhe para que você se destaque diante dos demais. Fendas na barra, colocação de botões extras, mangas cortadas ou dobradas, barra da calça por fazer... Nós não estamos numa competição, passarela de desfile ou no halloween. A ordem é seguir o figurino como a empresa determina.

Portanto, a dica: não comprometa a imagem da empresa com roupas amassadas ou má conservadas. Assim, você realmente “não estará vestindo a camisa do negócio”.


* EDMUNDO FLOSS é analista, consultor e palestrante motivacional na área de atendimento, com ênfase na odontologia, tendo por mais de 15 anos assessorado clínicas e consultórios odontológicos das regiões sul, sudeste e centro-oeste brasileiras. Possui um nome conceituado na área de endomarketing.
Site: http://edmundofloss.blogspot.com

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